Google analisa ondas cerebrais para medir efeitos de anúncios no YouTube

Renê Fraga
2 min de leitura

O Google, juntamente com MediaVest, liberaram hoje informações sobre a qualidade de anúncios determinado pela leitura das ondas cerebrais e respostas psicológicas quando estas estão próximas a conteúdo vídeo. “Esta é uma idéia interessante e, na sua maior parte, poderia ser uma forma muito precisa para medir a forma como os anúncios são percebidos pelos telespectadores” descreve Garett Rogers no Googling Google.

Yaakov Kimelfeld da MediaVest e Leah Spalding da Google fizeram uma apresentaram como forma de compartilhar os resultados. O objetivo foi avaliar o impacto dos anúncios no YouTube em diferentes níveis, desde envolvimento emocional, psicológico e outras métricas.

O Google, com a ajuda de NeuroFocus, também analisou um grupo de participantes, e coisas como reação da pele, olhos e o cérebro através de um EEG scan. Embora o EEG (eletroencefalografia) seja portátil e conveniente, funciona ligeiramente menos preciso ao medir ondas alfa e beta no cérebro comparados a outros métodos comuns que exigem que o paciente esteja na horizontal em uma máquina.

Eles chegaram a três conclusões quando se trata de anúncios InVideo:

1. Anúncios InVideo são convincentes
2. Anúncios InVideo adicionam experiência ao usuário
3. Anúncios InVideo apresentam resposta positiva sobre marcas

“Com isso, a pesquisa demonstra que o formato de publicidade InVideo deve contribuir para se tornar uma opção atraente aos anunciantes” descreve o blog.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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