Google pretende usar redes neurais para comprimir imagens

Renê Fraga
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O Google anunciou que está trabalhando em um novo método de compressão de imagens que irá permitir tamanhos de arquivo ainda menores em comparação com os padrões atuais.

Para chegar a tal nível de compressão, o Google espera treinar suas redes neurais de forma a imitar o funcionamento do cérebro humano para comprimir as imagens de forma mais eficiente.

O sistema de inteligência de artificial, que usa a tecnologia de código aberto do Google TensorFlow, utiliza uma base com mais de 6 milhões de fotos aleatórias para referência.

As imagens, previamente comprimidas em 32×32 pixel de tamanho, são analisadas pelo sistema inteligente que escolhe as 100 peças com compressão mais eficaz para aprender.

Com o treinamento exaustivo a partir destes bits, o Google espera prever como uma imagem ficaria após a compressão e desta forma obter resultados ainda mais significativos.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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