Google toma novas medidas contra conteúdo explícito não consensual

Renê Fraga
2 min de leitura

O Google documentou como lida com sites que apresentam uma alta proporção de imagens explícitas não consensuais.

A empresa atualizou suas políticas de spam e o guia de sistemas de classificação do Google, incluindo um link para um documento de ajuda que explica o assunto em questão.

O que mudou? Anteriormente, o Google afirmava que, ao lidar com um grande volume de solicitações de remoção de informações pessoais relacionadas a um site com práticas de remoção abusivas, o conteúdo de outros sites era rebaixado nos resultados de pesquisa.

Além disso, a empresa investigava se o mesmo padrão de comportamento ocorria em outros sites e, nesse caso, aplicava rebaixamentos de conteúdo nesses sites.

O Google também utilizava proteções automáticas para evitar que imagens pessoais explícitas e não consensuais ocupassem posições altas nos resultados de busca.

Agora, a nova abordagem inclui medidas adicionais. O Google também aplicará práticas de rebaixamento semelhantes para sites que recebem um grande volume de solicitações de remoção de conteúdo relacionado a doxing (exposição não autorizada de informações pessoais) ou imagens explícitas não consensuais.

Essa mudança reflete o compromisso do Google em combater o compartilhamento não consensual de conteúdo explícito e proteger a privacidade dos indivíduos online.

Ao rebaixar o conteúdo desses sites nos resultados de pesquisa, a empresa busca limitar a exposição e o impacto dessas imagens.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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