Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko.
Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa.
Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
Não sabia que sucos de laranja queimavam HDs.
@Daniel: é Fanta.
Essa critica do “e se ficar sem internet?” é furada
mesmo nao estando no Google Os eu posso usar Gmail, Calendar, Reader num acesso offline
posso ler feeds, escrever emails. Se o Google já tem essa preocupaçao com os produtos deles numa plataforma terceirizada porque nao teria num sistema proprio? O sistema vai funcionar bem na internet, mas se nao houver conexao duvido que ele vá te deixar na mao. Aposto que todo o cache offline já vai ser preparado pra qualquer eventualidade.
*acesso offline hoje via Gears, amanha sabe-se lá como. mas num OS proprio eles vao ter muito mais liberdade de programar isso.
nem queima… já derrubei coisa pior kkkkkkk
Em parte concordo com a tira, mas o Chrome OS só vai ser funcional para a grande maioria do povão, quando puder acessar arquivos no HD e reproduzir mídia apartir do HD (músicas, vídeos e etc)se o Google não fizer isso será que alguém aproveitaria o código aberto e criaria uma “extensão” para isso???
Concordo com o Tiago Cesar. Poderíamos usar na nuvem os aplicativos como editores de texto, mas os arquivos de mídia como musicas por exemplo devem estar em um hd.
O jeito é esperar para ver como o google vai resolver esta questão. Se é que ja não resolveu
quiseram ser ironicos, mas esse exemplo com “suco” é terrível uhauhauha…
pra que serve mesmo um computador sem acesso a internet?