AI do Google confunde tartaruga com rifle

Renê Fraga
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Um estudo recente mostrou que os sistemas baseados em visão de máquina podem ser enganados na identificação de objetos 3D.

Empresas como a Waymo, que conduz teste de carros-autônomos, a Nest, que pretende colocar câmeras de vigilância inteligentes, juntas se esforçam para substituir os olhos humanos pela inteligência artificial (AI).

No entanto, segundo a Labsix, a tecnologia ainda precisa ser bastante refinada: ela alega que objetos 3D enganam as redes neurais, não importa como os objetos sejam vistos.

Utilizando o sistema de classificação de imagem InceptionV3 do Google, a empresa afirma que a AI foi capaz de entender que uma mini tartaruga de brinquedo poderia ser confundida com um rifle.

Já imaginou o problema caso um sistema de segurança esteja nas mãos de uma máquina com visão robótica?

“As redes neurais são particularmente vulneráveis ​​a exemplos contraditórios, entradas cuidadosamente perturbadas podem causar uma classificação errada”, dizem os pesquisadores.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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